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té esta sexta-feira, dava-se como certo que o
ministro Luis Roberto Barroso, relator do caso Lula no Tribunal Superior
Eleitoral, pediria rapidamente a impugnação do ex-presidente com base na Lei da
Ficha Limpa – uma decisão que atende aos interesses da Globo e das petroleiras
internacionais.
No entanto, a decisão do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas aponta que o
Brasil será um pária internacional se o Judiciário seguir adiante com o “golpe”
que, de maneira arbitrária, cassa os direitos políticos de Lula, candidato com
58% dos votos válidos, segundo a Vox Populi. Agora, Barroso, relator do caso, se vê diante
de um dilema: ficar com a Globo e as petroleiras ou com a jurisdição
internacional, com os direitos humanos e com a própria ordem jurídica no Brasil

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