DOZE ALUNOS MUDAM
UMA ESCOLA
A escola não vai nada bem e continuar acreditando, nos dias atuais, que esse espaço pode
ser mudado, para melhor, faz toda diferença e revela uma certeza: as grandes
mudanças não dependem de muita gente. Na maioria das vezes as boas ideias não
vingaram por que tinha gente demais envolvida. Para algumas coisas gente demais
é tão ruim quanto gente de menos. Portanto, se você pensa em mudar a sua escola
não espere reunir muita gente, bastam doze
alunos(as). E, ao chama-los não seja demasiadamente exigente afinal a mudança
da sua escola começa por eles.
A História está cheia de exemplos de homens e mulheres simples que acreditaram
que podiam mudar a sua realidade e, consequentemente, o mundo. Acreditar que é
possível mudar uma realidade faz toda a diferença. Arquimedes dizia: “Aquele que tentou e não conseguiu é superior àquele
que nada tentou.” Ou ainda: “Dê-me um ponto de apoio e moverei o mundo.”
A religiosa Madre Teresa de Calcutá em vista do mundo dizia: Eu posso fazer coisas que tu não podes, tu podes fazer coisas que eu não posso, juntos podemos fazer grandes coisas. Em outro momento: “Sei que o meu trabalho é uma gota no oceano. Mas sem ele, o oceano seria menor”.
A religiosa Madre Teresa de Calcutá em vista do mundo dizia: Eu posso fazer coisas que tu não podes, tu podes fazer coisas que eu não posso, juntos podemos fazer grandes coisas. Em outro momento: “Sei que o meu trabalho é uma gota no oceano. Mas sem ele, o oceano seria menor”.
O reverendo Martin Luther King ao presenciar, no
ano de 1969 nos USA, a prática de racismo contra si e os seus amigos resolveu
se organizar e assumir aquela luta. Além de ações concretas ele dizia: “O que
me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.” Certa vez em um
sermão ele alertou: “No final, não nos lembraremos das palavras dos
nossos inimigos, mas do silêncio dos nossos amigos.” E, para aqueles que acham
difícil começar ele tinha o seguinte lema: “suba o primeiro degrau com fé. Não é necessário que você
veja toda a escada. Apenas dê o primeiro passo”.
Já o indiano
Mahatma Gandhi com o seu corpo
franzino e vestimenta simples fez mudanças grandiosas. Ele costumava dizer
entre outras coisas: “Temos
de nos tornar na mudança que queremos ver no mundo. O futuro dependerá daquilo que fazemos no
presente”. Ou ainda: “você nunca sabe que resultados
virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados”.
De todas as
coisas que esses, e outros tantos, líderes têm em comum está a de que eles
cansaram de esperar e resolveram ser a mudança que o mundo precisava. Eles perceberam
que as mudanças que queriam, nunca chegariam de fora. Madre Tereza compreendeu
que de Roma não viria a mudança que seus pobres precisavam, os lideres da
Igreja estavam ocupados demais. O reverendo Martin Luther King teve a mesma
impressão e precisou iniciar a luta para que outros líderes abraçassem a sua
causa. Por sua vez, M. Gandhi venceu a repressão do governo britânico e garantiu
a independência da Índia de forma pacifica, mas ele precisou encabeçá-la.
As mudanças
esperadas em sua escola não virão de fora, ou você começa a fazê-las ou elas não
chegarão. Para quem espera que as mudanças aconteçam por meio de alguma
autoridade politica, sinto dizer, eles estão ocupados demais em não fazer nada.
Essa verdade fica mais evidente quando se faz a seguinte pergunta: quantas
vezes essas autoridades estiveram na escola? A maioria nunca pisou o pé, nem
sabe onde fica, e se pisou foi por conta de alguma data comemorativa ou por
algum interesse pessoal.
Para os que
costumam repetir, como mantra, que a escola tem problema demais, que não sabe
por onde começar e que mudá-la é difícil. Mudar o mundo é muito mais difícil,
mas M. Tereza, M. Luther King e M. Gandhi acreditaram ser possível. Às vezes
uma revolução começa por uma metáfora e uma pedra é capaz de derrubar um
gigante. Basta saber escolher a metáfora e acertar a pedra no lugar certo. Ou
como diz William Desmond: “a meta não é maldizer a escuridão, mas acender uma
vela”.
Em vista desta meta, a de mudar uma escola, tem mais
um líder que pode ajudar muito. A maneira como ele mudou o mundo com suas palavras,
gestos e ações depois de quase dois mil anos continuam atuais. Jesus de Nazaré continua sendo o maior
líder da humanidade e continua influenciando outros líderes a fazerem a
diferença em suas realidades.
............................................. [continua]
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Por: José Alves Nunes - Bacharel Licenciado em Filosofia - PUC/MINAS e Filosofia da Educação - ISTA/MINAS / nunespuc@yahoo.com.br
Por: Elinete Santos Andrade - Licenciada em Pedagogia - UNOPAR / PR e Letras - UNIMES / SP; Pós Graduada Psicologia da Educação - FRFCL/BA net.a_23@yahoo.com.br
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